Relato De Uma Brasileira Que Serve No Exercito de Israel..........

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22. O que aconteceu com os lugares sagrados judaicos e muçulmanos?

Porque me oponho a um Estado Palestino

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Israel continua um Milagre

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Os palestinos e seus vínculos com Hitler

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    22. O que aconteceu com os lugares sagrados judaicos e muçulmanos?
 

Como parte de seu programa de prosseguir com a violência, os palestinos têm patrocinado uma campanha de destruição e vandalismo contra os lugares sagrados judaicos. O exemplo mais gritante ocorreu quando uma turba palestina saqueou, demoliu e depois incendiou o túmulo de José em Siquém (Nablus). Esse ato foi praticado logo após a retirada das forças israelenses daquele lugar sagrado, como parte do acordo pelo qual a Autoridade Palestina assumiu a responsabilidade de proteger os lugares sagrados de qualquer dano. Em seguida ao ataque, os palestinos repararam os danos e transformaram o túmulo de José em uma mesquita. Subseqüentemente, tem havido outros ataques palestinos, inclusive à antiga sinagoga de Jericó, que foi severamente danificada em um ataque proposital, e a uma sinagoga na cidade de Efrat.

De fato, somente quando os lugares sagrados do islã, da cristandade e dos judeus estão sob o controle de Israel há liberdade religiosa e a santidade desses sítios é garantida. Mesmo durante a presente onda de violência, o Monte do Templo em Jerusalém permaneceu aberto para os serviços muçulmanos, apesar de ter sido usado como uma plataforma para incitamentos e distúrbios. Os muçulmanos usaram inclusive a praça do Monte do Templo, de onde arremessaram pedras em judeus que oravam junto ao Muro das Lamentações, logo abaixo.

O fechamento forçado do mais sagrado dos lugares da fé judaica, – o Muro das Lamentações – como resultado das pedradas dos palestinos sobre fiéis judeus, na noite de Rosh Hashaná de 2000, é equivalente ao que seria a evacuação da Praça de São Pedro no Natal, ou o fechamento da Qaaba de Meca durante o clímax do Haj. Mesmo assim, vários porta-vozes árabes continuam a sustentar que a mais grosseira violação de um local sagrado e a provocação imperdoável foi a breve visita de um político israelense (Ariel Sharon, antes de ser primeiro-ministro) ao lugar mais sagrado de seu povo (o Monte do Templo). (© Museu Judaico/RJ, http://www.museujudaico.org.br - http://www.beth-shalom.com.br)