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Mas, vendo o povo que Moisés tardava em descer do monte, ajuntou-se o povo a Arão e disseram-lhe: Levanta-te, faze-nos deuses que vão adiante de nós; porque quanto a este Moisés, a este homem que nos tirou da terra do Egito, não sabemos o que lhe sucedeu.
E Arão lhes disse: Arrancai os pendentes de ouro que estão nas orelhas de vossas mulheres, e de vossos filhos, e de vossas filhas e trazei-mos.
Então, todo o povo arrancou os pendentes de ouro que estavam nas suas orelhas, e os trouxeram a Aarão,
E ele os tomou das suas mãos, e formou o ouro com um buril, e fez dele um bezerro de fundição. Então, disseram: Estes são teus deuses, ó Israel, que te tiraram da terra do Egito.
E Arão, vendo isto, edificou um altar diante dele; e Arão apregoou e disse: Amanhã será festa ao Senhor.
E, no dia seguinte, madrugaram, e ofereceram holocaustos, e trouxeram ofertas pacíficas; e o povo assentou-se a comer e a beber; depois, levantaram-se a folgar. (Ex 32: 1- 6).
O pecado de idolatria, é o que mais Deus abomina. A idolatria irrita Deus; é uma provocação à ira de Deus, e o castigo é sempre a morte dos impertinentes. Se Moisés não tivesse entrado na brecha, como intercessor a favor do povo, Deus teria matado a todos. Moisés intercede pelo povo, mesmo assim morrem muita gente.
...e caíram (morreram) do povo, aquele dia, uns três mil homens. (Ex 32:28).
As conseqüências do pecado de idolatria, para o povo não ficou só na morte dos idólatras mas fez com que Deus mudasse todo seu plano original.
A vontade de Deus era que todo povo fosse sacerdote, ou seja todos deveriam entrar na presença de Deus em comunhão sem precisar de mediador. Por causa do pecado de idolatria, Deus criou uma classe mediadora (os sacerdotes) que era a tribo de Leví.
Deus separou do Egito um povo para Si e, junto ao monte Sinai, declarou Sua intenção para com esse povo. Êxodo 19:5-6 diz:
“Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes o meu concerto, então, sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos; porque toda a terra é minha. E vós me sereis reino sacerdotal e povo santo. Estas são as palavras que falarás aos filhos de Israel.”
Vemos, claramente, que o desejo de Deus era que todos fossem sacerdotes.
No entanto, não muito tempo depois, o povo de Israel adorou o bezerro de ouro (Ex 321-6), perdendo o sacerdócio para a tribo de Levi, que fora fiel a Deus. Por esse motivo, surgiu uma classe mediadora de sacerdote, em vez de toda nação ser constituída de sacerdote. Com isso todo restante do povo perdeu o direito de servir a Deus, de entrar em comunhão com Ele.
Todavia no Novo Testamento, Deus voltou á sua intenção original, e todos os crentes em Cristo deveriam exercer as funções de sacerdotes. Com a morte de Jesus Cristo, foi abolido tudo que impedia a comunhão com Deus; tais como: o véu, o sacerdote, a lei, etc. Em sua segunda epístola, o apóstolo Pedro fala que todos os que foram salvos por Deus são edificados casa espiritual para serem sacerdócio real, nação santa e povo de propriedade exclusiva de Deus. Aleluia! Todos na igreja de Deus são sacerdotes, que o servem e cuidam de Seu interesse. Essa era a situação da igreja primitiva: todos eram sacerdotes e, apesar de terem seus afazeres seculares, viviam para Deus e cuidavam das coisas de Deus.
Qual foi o motivo da rebeldia de Israel a ponto de adorar um bezerro de ouro? Foi à demora de Moisés. Moisés tinha subido no monte Sinai para falar com Deus, e permaneceu 40 dias. O povo não suportou a demora de Deus e rebelaram-se. Exigindo que Arão o sacerdote providenciasse um deus substituto. O povo contribuiu com seus pendentes de ouro e Arão fez o bezerro de ouro e apresentou ao povo como o deus que tiraram eles do Egito.
A história se repete
Jesus o sacerdote semelhante a Moisés, subiu ao céu e parece que está demorando a voltar; pelo menos na concepção do Tabernaculo da fé, idólatra (pois idolatram imagens não de ouro, mas idolatram homens). Elegeram o Branham como deus que os tirou da terra do Egito (as religiões). Assim como Moisés foi sucedido por Josué, eles também tem o sucessor do Branham (o Joaquim). Esses dois homens são os ídolos, semideus, do Tabernaculo da Fé. Claro que eles pregam estas doutrinas de uma maneira sutil, para enganar o povo. Eles falam de maneira que todos aceitam cegamente sem questionamento. Até porque quem questiona no tabernaculo da fé, é: Coré, Abirão, Abiratã, Judas etc.
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