|
Lembrete: Os textos submetidos às Considerações Relevantes fazem parte dos ensinamentos e pregações daqueles que usam a Bíblia Sagrada, a Palavra de Deus como base da fé evangélica.
Considerações Relevantes, com um detalhe, conforme a Bíblia Sagrada, a reta justiça que nos ensinou Jesus Cristo, não conforme meu próprio entendimento ou doutrina estranha que, dissimuladamente, estão anulando a graça do Senhor Jesus.
66. Trecho de estudo sobre dízimos encontrado na internet em nome da Igreja Presbiteriana Independente de Vila Carrão.
"...Fora da cultura judaica através de antigas alusões literárias, sabemos que o dízimo existia em muitas nações antigas, sob uma forma ou outra.
O trecho de Gênesis 14.17-20 nos informa sobre o costume antes da lei mosaica. Sabemos que a prática existia entre os gregos, os romanos, os cartagineses e os árabes.
Nessas culturas, como entre os hebreus, o dízimo fazia parte da piedade religiosa..."
(inclusão » 01.08.2006 - 10:24h)
Considerando: Grave erro é tentar explicar assuntos referentes ao povo de Deus, a nação de Deus, baseando por outros povos em qualquer aspecto.
Primeiramente, conforme diz a Bíblia, a sabedoria de Deus é loucura para os homens e, da mesma forma, a sabedoria dos homens é loucura para Deus.
A primeira carta do Apóstolo Paulo aos coríntios, capítulo 1 (1Co 1) abrange parte desse entendimento.
Toda a Escritura é envolvida pela sabedoria de Deus em mistérios e interpretações de coisas espirituais, para ensinar e edificar o Corpo de Cristo em santificação.
Assim, jamais permitirá comparação com os costumes dos outros povos e nações, porque, se alguém fez alguma adaptação, fez baseando-se no que o povo de Deus fazia ou faz.
O dízimo, neste caso, se outros povos praticaram ou praticam, não serve para ilustrar ou servir de base para convencimento pois diz respeito aos outros povos e, Deus jamais se baseou pelos outros povos para conduzir e ensinar seu povo, que é único na terra.
O mundo tem por "costume" adaptar as coisas de Deus, distorcendo e levantando seitas que adoram e servem demônios, usando inclusive o nome de Deus, de modo "genérico" e o nome de Jesus Cristo, apenas como um "slogan" para "vender sua mercadoria".
O povo de Deus, repito, conforme a verdade da Palavra, jamais poderá usar a "sabedoria conforme o mundo" para explicar coisas do Corpo de Cristo.
Daí vem a "mancha" que está corroendo o Corpo de Cristo, "O SISTEMA DO MUNDO DENTRO DA IGREJA DE JESUS CRISTO - O GRANDE MERCADO E TROCA DE FAVORES USANDO O CORPO DE CRISTO."
Lembrando: O CONCERTO VEM! Aliás, já chegou ... e está em andamento ... quem percebeu?
Para os "naturais", são necessários muitos Tsunamis, o planeta balançar, para começar se tocar de que há algo acontecendo, MAS, para os espirituais que discernem pelo Espírito Santo todas as coisas, isso não é necessário e, já vivemos um terrível momento ... please ... ACORDA!!!
Sei que não estou saindo do contexto.
Outro detalhe que o ensino diz é que "... o dízimo fazia parte da piedade religiosa ..."
A piedade verdadeira é cheia de misericórdia e, para os hebreus, se não cumprissem a Lei do dízimo do Velho Testamento, não havia misericórdia, ou seja, era ato de obrigação sem perdão aos faltosos que eram amaldiçoados.
Essa questão é oportuna para ficar gravado isso:
"Não use o mundo para explicar a Igreja.
O mundo tem seu espírito. A Igreja tem seu Espírito."
A Igreja de Jesus Cristo interpreta o mundo, MAS, o mundo não pode interpretá-la.
67. Trecho de estudo sobre dízimos encontrado na internet em nome da Igreja Presbiteriana Independente de Vila Carrão. " ... "Eu dou, consagro, dedico, entrego ou pago o dízimo? Tanto faz o verbo que você quer usar, o importante é que o dízimo chegue na tesouraria da igreja ..."
(inclusão » 04.08.2006 - 10:30h)
Considerando: A Lei do dízimo não admite divagação quanto ao "como entregar".
Como posso agir de coração livre sendo que há uma maldição reservada para mim se deixar de "cumprir a ordem"?
Por isso, graça e lei não se misturam.
Graça é voluntária, livre, ama incondicionalmente, cheia de misericórdia e perdão. Lei é obrigação, constrangimento, sem misericórdia.
Bem diz o ensino na frase final: "... o importante é que o dízimo chegue na tesouraria da igreja ..."
Com entendimento ou não, com amor ou não, a lei é implacável e sem misericórdia: "... o importante é que o dízimo chegue na tesouraria da igreja ..."
"SE VIRA, NÃO VEM COM DESCULPA! ENTREGA O DINHEIRO!"
Depois, se algo der errado, vai questionar a Deus porque as coisas não andam bem ...
68. Trecho de estudo sobre dízimos encontrado na internet em nome da Igreja Presbiteriana Independente de Vila Carrão.
" ... Estava pregando em uma igreja em Fortaleza quando após o culto uma senhora veio falar comigo. Disse que era viúva, recebia apenas um salário mínimo por mês. Com aquele salário pagava um pequeno aluguel, comprava seus remédios e o pouco que sobrava era para a alimentação. Perguntou-me se deveria ser dizimista. Mesmo querendo dizer que não, eu não podia falar isto. Disse-lhe que ser dizimista era um privilégio que pobreza não poderia tirar-lhe. Orientei a irmã a que desse o dízimo e procurasse os diáconos para que auxiliassem com seu aluguel. ... "
(inclusão » 10.08.2006 - 12:30h)
Considerando: Bom ... uma viúva. O que a Bíblia fala sobre o tratamento dado às viúvas. Ver a primeira carta do apóstolo Paulo endereçada ao seu filho na fé, Timóteo, capítulo 5.
Agora, essa viúva citada no trecho do ensino, gasta dinheiro para remédio porque não foi curada de alguma enfermidade, então, se é para julgar ao extremo como a justiça dos que cobram o dízimo, os líderes da igreja onde ela congrega deveriam "pagar o custo do remédio" porque não ministraram a sua cura.
Parece estranho essa forma de entendimento mas, é quando o extremo da insensatez, da insensibilidade, faz considerar o extremo da justiça.
A viúva entrega o dízimo e depois vai à igreja pedir "reposição" daquilo que já era para suprir suas necessidades básicas.
Essa conduta traz a forma do imposto que no mundo pagamos, ou seja, eu compro um imóvel e sou proprietário mas, para poder continuar sendo proprietário devo dar um valor, ou seja, tenho que continuar pagando.
Sou um "falso proprietário". O proprietário, na verdade, é o Estado.
Deus, dá gratuitamente e não cobra imposto, taxa ou pedágio algum. É graça de Deus.
Por isso, a Lei do Velho Testamento é implacável e, esse pastor que orientou de tal modo a viúva é escravo da Lei. Sem misericórdia.
A verdade do Espírito Santo "da Graça", quando a mulher fosse consultar o pastor diria assim: "Em que posso ajudá-la 'acrescentando, assistindo' às suas necessidades".
O Deus verdadeiro remove jugo e não acrescenta.
MAS, esse é o espírito da Lei. Falsa bondade. Amor da lei e não a lei do Amor.
69. Trecho de estudo sobre dízimos encontrado na internet em nome da Igreja Presbiteriana Independente de Vila Carrão.
(inclusão » 11.08.2006 - 11:15h)
"... Na minha igreja eu quero um dizimista que ame a Deus. Nas igrejas evangélicas nós temos hoje uma média de 35% dos membros que são fiéis a Deus nos dízimos. Ou seja: de cada três membros escritos no rol, apenas um é dizimista. Ao consagrar o seu dízimo, o fruto das primícias no altar, o cristão está demonstrando com este ato o quanto ele tem um coração agradecido a Deus por tantas bênçãos recebidas. Ele, que tudo sabe o que recebeu do seu Senhor, veio como um ato de bondade para a sua vida. Assim, demonstra sua gratidão trazendo os primeiros frutos ao Senhor. Notemos que são os primeiros frutos e não os últimos.
Segundo os textos em abundância citados, podemos ter convicção que o dízimo não é opção, mas um mandamento, e agora faça uma análise imparcial deixando que a Palavra revele a vontade clara de Deus pra sua vida e faça como está escrito no texto já citado de Malaquias: "Provai-me nisto". E certamente o Deus da graça lhe dará alegria na consagração do dízimo e nas ofertas ... "
Considerando: Este trecho final do estudo que estou considerando engloba tudo o que já escrevi nas considerações anteriores.
Deus precisa provar o quê? Já provou o seu incomparável amor entregando o seu próprio Filho Jesus para morrer por nós.
Esse é o extremo amor e, é por esse amor, essa graça, que podemos ser e ter diante de Deus Pai.
Qualquer outra justiça e justificação para podermos ser aceitos diante de Deus Pai e Jesus Cristo anula a obra da redenção.
A minha única justiça e justificação e, por Quem posso ser e ter tem um único nome: Jesus Cristo, o Senhor.
Para mim, Deus Pai e Jesus Cristo não precisam provar mais nada.
Não quero fazer prova de Deus em nada, ao contrário, peço perdão e misericórdia. Ele teve de se submeter a conhecer a minha miséria e morte neste mundo, miserável pecador, sendo Jesus o único que poderia pagar o preço pela salvação da minha alma.
Deus Pai e Jesus Cristo já provaram tudo e, sou abençoado pela abundante graça e amor Deles.
Qualquer outra justiça e merecimento é doutrina de engano, conforme o estudo considerado e, no final desse último trecho o que ensina mistura "...o Deus da graça..." com a justiça da Lei do dízimo.
70.Trecho de uma página do Centro Apologético Cristão de Pesquisas - CACP - http://www.cacp.org.br/ccb.htm - que faz comentários sobre a Congregação Cristã no Brasil que não aceita a doutrina do dízimo.
Faço aqui observação de que, mesmo que a Congregação Cristã não aceite o dízimo, em outros aspectos da fé evangélica, é totalmente contra a Palavra de Deus.
Os do CACP fazem o comentário abaixo e, tendo em vista que defendem o dízimo, incorrem na mesma frase "spray" de que tanto falo ... observe:
"... Acredito que a única pessoa que quer que os filhos de Deus fiquem na miséria é o diabo (Jo. 10:10) e para isso ele se transfigura em anjo de luz (II Cor. 11:14) e tenta fechar o meio de Deus abençoar o seu povo - que é dando os dízimos e as ofertas.
Que nunca nos deixemos contaminar pela avareza (Cl.3:5) e devolvamos a Deus o que lhe pertence: 'Trazei todos os dízimos à casa do tesouro (atualmente a igreja), para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o Senhor dos exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós tal bênção, que dela vos advenha a maior abastança' (Ml.3:10)..."
(inclusão » 13.08.2006 - 19:45h)
Considerando: Viram? A frase diz: "... e tenta fechar o meio de Deus abençoar o seu povo - que é dando os dízimos e as ofertas ..."
A frase é condicionante. Tem como dizer que não? Sim, condiciona as bençãos ao ato de dar, ou seja, se não der não recebe. Isso é doutrina da Lei.
Volto naquele detalhe: Os dois erram e, assim, um engana o outro.
71. Perguntas e Respostas encontradas no site da Igreja Shalom - http://www.igrejashalom.org.br/Biblioteca/DIZIMO.htm.
P - Quando começou o dízimo? Com a Lei? Antes da Lei?
R - A primeira menção do dízimo na Bíblia está em Gn 14.20 (Abraão à Melquisedeque) - mas povos antigos (desde a Grécia à China) já pagavam o dízimo dos despojos de guerra (Heródoto 1. 89) aos seus reis e sacerdotes; os fenícios e cartagineses davam o dízimo à Hércules; os egípcios davam a 5ª parte da colheita ao Faraó (Gn 47.24) [ Davis, J]. O primeiro dízimo como tributo a Deus foi dado por Jacó (Gn 28:22).
(inclusão » 17.08.2006 - 11:30h)
Considerando: Mais uma vez o grave erro de ilustrar as coisas da Igreja de Jesus Cristo, comparando com o que o mundo faz. Da mesma forma fiz observação na Consideração Relevante 66 anterior.
Aqui, o ensino desse ministério, em forma de pergunta-resposta, faz menção de outros povos que praticavam o dízimo, dando a entender sutilmente que Deus teria imitado os outros povos ou igualado a eles e, assim, adotado o dízimo.
Inconcebível e blafêmia comparar o faraó e outros deuses com o nosso Deus, porque, nas entrelinhas está dizendo: Se faraó faz, Deus também pode fazer. Se os outros fazem, eu também posso fazer.
Cuidado com essas comparações. Não coloque o Deus verdadeiro e único em comparação com os deuses deste mundo.
72. ... aguarda inclusão ...
|