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Simples, objetiva e sem sombras de variação, assim é a Palavra de Deus.
As muitas vozes na terra trazem confusão ou sabe-se lá quantas interpretações possíveis.
A Palavra não admite particular interpretação e, somente assim, o Caminho de Deus será Perfeito.
Desde a criação, da primeira letra escrita pelos homens inspirados por Deus, tudo tem seu propósito, Deus não é Deus que escreve por escrever, Deus não acha interessante e faz simplesmente constar. Não! Tudo o que está escrito tem propósito.
Se nas coisas que estão em evidência há severas divergências contra a Palavra,
que diremos então das que necessitam discernimento espiritual?
A Palavra, por si mesma, FALA.
Quando uma chave abre novidades, muito do que já é sabido necessita ser reconsiderado.
Iniciando o Estudo Bíblico - Dízimos, Ofertas, Carnês ...
Lembrando:
Não é certo usar as expressões: na minha opinião; eu acho; eu entendo; do meu ponto de vista; o meu ministério diz; a doutrina da minha igreja; eu defendo a doutrina tal e o outro a outra tal…enfim, ninguém é dono de uma verdade pessoal, porque a Palavra de Deus não permite "novos inspiradores", A Palavra já tem seu Mestre e Senhor.
Poderia, simplesmente, dizer que o dízimo é uma ordem da Lei do Velho Testamento.
Não, não farei isso. Estaria agradando aqueles que já estão com suas frases feitas e seus "chavões", prontos para rechaçar, argumentos do tipo: o dízimo existiu antes da Lei; Melquisedeque recebeu dízimo de Abraão; Jacó fez voto de que daria o dízimo de tudo caso Deus prosperasse seu caminho, certo que esse dízimo só seria entregue muitos anos após, "quando retornasse para casa de seu pai". (até agora não descobri como, onde e quando Jacó entregou esse dízimo, mas é certo que entregou, pois fez voto) etc etc etc.
Mas, apresentarei alguns breves comentários agora:
Livro de Neemias 12:14 " Também, no mesmo dia, se nomearam homens sobre as câmaras, para os tesouros, para as ofertas alçadas, para as primícias e para os dízimos, para ajuntarem nelas das terras das cidades, as porções designadas pela lei para os sacerdotes e para os levitas; porque Judá estava alegre por causa dos sacerdotes e dos levitas que assistiam ali."
Evangelho Segundo São Mateus, capítulo 23, versículo 23, muito usado pelos defensores da doutrina do dízimo, diz:
" Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que dizimais a hortelã, o endro e o cominho,
e desprezais o mais importante da lei: o juízo, a misericórdia e a fé; deveis, porém, fazer estas coisas, e não omitir aquelas."
* Ver a Consideração Relevante 41 sobre essa passagem bíblica - página 4 deste estudo.
Atente para esse importante detalhe:
Os argumentos baseados no entendimento de que os dízimos existiam antes da Lei,
explicitamente só ratificam que os dízimos entraram para a Lei, ou seja,
na própria tentativa de negar que é Lei, confirma que está na Lei do Velho Testamento.
Outro texto da Bíblia tomado isoladamente para justificar a entrega do dízimo, está na carta aos Hebreus, capítulo 7, enfocando o versículo 8 que diz: " E aqui certamente tomam dízimos homens que morrem; ali, porém, aquele de que se testifica que vive. "
A expressão aqui, que grifei, é interpretada de modo a tentar convencer e justificar a entrega do dízimo, no sentido de que os dízimos continuavam sendo entregues já no tempo de Cristo.
ENTRETANTO, essa passagem, não identifica QUEM ESTAVA RECEBENDO O DÍZIMO.
Ou seja, esses "homens que tomam dízimos", que continuavam recebendo os dízimos, podem ser identificados como aqueles que segundo a Lei do Velho Testamento tomavam os dízimos do povo, ou seja, os sacerdotes e levitas que AINDA permaneciam na lei administrando as coisas no Templo pelos procedimentos da Lei.
O texto não permite afirmar que eram os apóstolos e líderes da Igreja de Jesus Cristo que estavam tomando os dízimos do povo.
Abraão entregou o dízimo para Melquisedeque PORQUE A LEI DETERMINAVA FAZER ASSIM, e, não porque Melquisedeque representando hoje Jesus Cristo, faz com que em Cristo se deva entregar os dízimos também. SENÃO, de modo paralelo, deveríamos ser circuncidados conforme a Lei pois, Jesus também foi circuncidado e, diz no Evangelho de Lucas capítulo 2, versículo 39, que: " E, quando acabaram de cumprir TUDO SEGUNDO A LEI DO SENHOR, voltaram à Galiléia, para a sua cidade de Nazaré. ". É a mesma base de interpretação.
É descabido dizer que, conforme a passagem acima, eu "deveria imitar Jesus porque os seus pais assim fizeram, cumpriram a Lei".
Tantos outros procedimentos que não eram da Lei e entraram para a Lei, por exemplo, Caim e Abel apresentaram suas ofertas ao Senhor (Gênesis 4:1...) e, não há referência de como deveriam ser feitas mas, a de Abel foi aceita porque foi feita por meio da fé do qual Deus deu testemunho dos seus dons (Hebreus 11:4) e, só depois, isso foi regrado para o povo de Israel, significando "Sombras de Coisas Futuras", interpretação de coisas espirituais. Essas ofertas continuam sendo apresentadas diante do Senhor, mas outra é a forma delas serem realizadas: orações, jejuns, intercessões, louvor, adoração, ações de graça...e não animais, alimentos, guardar dia para ser reconhecido (considerado justo) como fiel servo de Deus etc.
O Sábado do Senhor é a mesma base de entendimento.
Colossenses 2:
" 16 Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados,
17 que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo."
Hebreus 10:1" Porque, tendo a lei a sombra dos bens futuros e não a imagem exata das coisas, nunca, pelos mesmos sacrifícios que continuamente se oferecem cada ano, pode aperfeiçoar os que a eles se chegam."
Não estenderei essa parte, mas fica para meditação e considerações.
São trechos simples e curtos mas são chaves para abrir portas.
-» Os discursos são sempre os mesmos quando surgem questões contrárias ao dízimo.
No início da caminhada da fé aprendi do Senhor que deveria orar diante de todas as divergências de ensinamentos da Palavra que encontrasse e, continuo fazendo. Pelo Espírito de Deus não pode haver divergência, confusão e divisão.
O assunto dízimo, quando iniciei a caminhada da fé, incomodou muito diante das divergências de ensinamentos visando provar que o dízimo ainda permanece para o povo de Deus. As sustentações através da Bíblia para provar que o pagar/dar/entregar o dízimo deveria ser obedecido geraram mais confusão do que esclarecimento real.
Assisti e ainda vejo, verdadeiras peripécias e malabarismos usando a Palavra que é santa e incorruptível, para tentar provar a doutrina do dízimo, que chega à beira do ridículo, do absurdo e profano, diante da Palavra de Deus.
-» Vou evitar citar nomes...aqui uma pausa:
Sabemos que existe uma palavra muito adequada, mas usada na maioria das vezes de modo conveniente chamada "Ética". Mas, diante de certas circunstâncias essa palavra não serve, porque estarei sendo um conveniente e conivente com verdadeiras aberrações bíblicas que, conforme a Palavra ensina e defendo com zelo, estarei prevaricando e omitindo diante de pessoas desonestas e fraudulentas, pessoas que abusam da inocência dos simples, verdadeiros lobos que comem as ovelhas até os ossos.
Os lobos abusam descaradamente sem pensar que existe ética e muito menos amor, ainda usando o nome santo de Jesus.
Quando necessário serão citados nomes de "lobos" que seduzem ovelhas para devorá-las, incluindo suas denominações.
Para confirmar o parágrafo anterior, faço o acréscimo da expressão mentira.
Sim, um famoso pregador e líder ministerial, da Igreja Pentecostal Deus é Amor, aqui em São Paulo, dias atrás inflamava uma multidão com uma pregação sobre Jacó e, vejam a dimensão da situação em que vivemos.
O extremo da situação é o povo confirmando a pregação com Amém, Aleluia...
Para chegarmos neste nível, pregar mentira, os que conhecem a Bíblia sabem quem é o pai da mentira.
Segue abaixo algumas frases da pregação:
-» O dizimista tem orientação de Deus e quem não é dizimista Deus não pode orientar ele, porque tem uma mente fechada para ter um melhor salário, ter melhor ganho, ter a prosperidade;
-» Aquele que dá o dízimo, Deus dá porção do Espírito Santo para ele, uma porção dobrada do Espírito Santo e tudo que ele quer fazer, faz e dá certo;
-» Tudo que faço dá certo porque o dizimista tem aprovação de Deus;
-» Depois que passou a ser dizimista, Deus deu dois apartamentos para ela, um no Rio e outro em Paris;
-» Que Jacó recebeu inteligência para prosperar na casa de Labão, porque era dizimista, iluminando a meditação de Jacó;
-» Que Jacó, por ser dizimista tinha mais intimidade com Deus para pedir orientações de como fazer certas coisas;
-» Labão não dava o dízimo e Jacó dava, por isso a diferença;
-» Deus era com Jacó porque ele era dizimista;
-» Labão confiava em Deus mas não acreditava nos estatutos dos dízimos de Deus;
-» Quem não é dizimista não tem direito de o anjo vir ao encontro dele não (Jacó no Vale de Jaboc);
-» Que Jacó dizia ao anjo na luta que era dizimista e por isso estava com a força para lutar com o anjo;
-» Por que o dizimista tem mais força do que o anjo de Deus;
-» Como assim? Porque o Espírito de Deus é mais forte que o anjo;
-» Para quem não é dizimista o dinheiro nunca sobra, mas para o dizimista de Deus o dinheiro nunca falta;
-» Deus não abre mão de maneira nenhuma dos 10% de tudo o que Ele nos dá.
Milhares de pessoas ouvindo essa pregação.
Milhares de pessoas gritando: Amém, Glórias, Aleluias... Amém, Amém...
Um líder com dezenas de anos de ministério, pregando e ensinando isso.
Engana o povo usando a Bíblia! A não ser que tenha aprendido ou interpretado errado.
Pega-se qualquer trecho da Palavra para transformá-la em indução para arrecadação de dinheiro, sem preocupação com a graça e a verdade, tendo em vista que em alguns ministérios os obreiros tiram o seu salário de uma porcentagem do que foi arrecadado, então, quanto maior a arrecadação, maior o salário. E, a santidade e temor a Deus perdendo de vista.
Mensagem subliminar é isso, conforme progressiva repetição, vai produzindo o efeito desejado, impregnando a consciência disfarçadamente e, nas oportunidades convenientes:
O pregador, oportunamente e intencionalmente diz que expulsa e tem autoridade sobre aquele demônio porque é dizimista fiel e, a multidão, na indução, no calor daquele movimento e acreditando na palavra daquele homem que se diz de Deus, aumenta a fé no dízimo e nos seus efeitos milagrosos e poderosos.
E, essas coisas, inflamam a massa humana que, debaixo daquele domínio espiritual, dão glórias a Deus, Amém, Amém.
Hoje, há ministérios e doutores especialistas gabaritados no assunto. Se sua igreja não está bem financeiramente, é só contratar esses "gerentes" para palestras, que eles darão um ensinamento de qualidade total em dízimos e ofertas.
Certa vez alguém do ramo dos negócios comparou Jesus Cristo com uma marca de marketing que só precisava ser bem manipulada para vender.
Hoje, chama-se a Igreja de Jesus Cristo de empresa. Jesus é O Empresário.
Que Bíblia é essa? Que igreja é essa? Que espírito é esse?
Destaque 1: O confronto -» Passado e Presente.
Farei a transcrição da pregação de um vendedor de indulgências na época de João Huss e você verá que há nítida blasfêmia em ambas (ontem e hoje):
(Esse assunto é encontrado em livros que tratam da história da Igreja e, também, na Internet.)
"- Irmãos! - gritava um dos pregadores. - Minhas palavras são insuficientes para descrever toda a felicidade celestial que vocês poderão receber, garantindo-se com as indulgências que sua santidade, o Papa João XXIII ofereceu aos fiéis com a sua inesgotável generosidade de pai aos seus filhos pródigos. (este João XXIII era um denominado Antipapa e, o Papa era Gregório XII)
Quem de nós não tem um pecado manchando a consciência? Quem não tremerá diante do julgamento Divino ou não começará a implorar aos Céus o perdão aos caros falecidos que suportam terríveis sofrimentos no inferno?
E quem de nós não receia por suas crianças, que talvez tenham de passar pela eterna maldição?
Agora, vocês podem evitar todos estes sofrimentos, somente adquirindo as indulgências... Temos indulgências de todos os tipos e para todos os fins: completas e parciais, para 500, 300 e 200 anos; temos autorizações para pecados futuros e tempos também as cancelam os sofrimentos do purgatório.
Temos indulgências para altos senhores e para os pobres, pois todos podem evitar os sofrimentos do outro mundo.
Até aqueles que já estão a caminho da morte, podem tranqüilamente aparecer diante dos portões dos céus e São Pedro, ao ler a sua indulgência, nem vai lhe perguntar sobre seus pecados, abrindo-lhe simplesmente as portas do céu. E lá, sobre nuvens douradas e prateadas, está o Deus Pai, junto com Seu Filho, cercado de plêiades de arcanjos e anjos, querubins e serafins. O pecador, em sua devoção, cairá de bruços diante do altar do Supremo; mas os anjos, ao verem a indulgência em suas mãos, irão mostrá-la a Deus e Cristo dirá:
"O que meu representante perdoou na Terra, será perdoado no Céu. Vá, meu filho e cante Glórias a Mim." E os anjos levarão o bem-aventurado às nuvens e mostrar-lhe-ão todas as belezas do paraíso; ele descansará sob a sombra da árvore da ciência do bem e do mal, e poderá comer, sem receio, aqueles mesmos frutos que um dia foram a perdição de Adão..."
Agora, um dos mais inescrupulosos vendedores de indulgência da história, o dominicano João Tetzel, com o fim de promover a sua mercadoria fazia afirmações escandalosas: Proclamavam que a indulgência que vendiam deixava o pecador mais limpo do que saíra do batismo, ou mais limpo que Adão antes de cair, que a cruz do vendedor de indulgências tinha tanto poder como a cruz de Cristo e que, no caso de alguém comprar uma indulgência para um parente já morto, tão pronto a moeda caísse no cofre, a alma saía do purgatório.
Na época, tais afirmações causavam grave repugnância aos esclarecidos na doutrina e, as pregações de Tetzel era vista como um exemplo mais triste do estado a que tinha chegado a igreja, tirando proveito da credulidade do povo, para em seguida esbanjar com luxos e festins o arrecadado dos pobres."
Outro trecho encontrado na Internet:
"Dizia ainda Tetzel: "As indulgências são o mais precioso e sublime dom de Deus. Vinde, e dar-vos-ei as cartas seladas, pelas quais os vossos pecados, até mesmo os que estaríeis tentados a cometer no futuro, vos serão todos perdoados. Não trocaria os meus privilégios pelos de São Pedro, porque salvei mais almas com as minhas indulgências que o apóstolo com os seus discursos."
Qualquer que se opusesse à venda de indulgências era ameaçado de excomunhão. Muitos admiravam-se de que Deus amasse o dinheiro a ponto de abandonar as almas no purgatório pelo não-pagamento de alguns florins e que o papa não livrasse de uma vez todas as almas, já que libertava parte delas a favor da construção de uma catedral.
Mas ninguém ousava dizer em alta voz o que pensava dos atos de Tetzel."
ALGUMA DIFERENÇA?
Estou inventando? É certo que não. As adaptações dos eloqüentes pregadores são sensíveis e astutas.
Diante das evidências não há como esconder-se.
Uma Nova Reforma? Reforma para a Igreja Evangélica? Deus sabe. Cheiro mau está diante do Senhor dos Exércitos.
Líderes convenientes e coniventes, acomodados e satisfeitos com suas ovelhas usam a frase feita e gasta:
" Deus está vendo...Deus julgará...".
Certamente julgará, inclusive a prevaricação, omissão, conveniência e conivência daqueles que deveriam tomar posicionamentos e não fizeram. Inclusive as ovelhas que Deus deu entendimento e se fizeram de desentendidas por comodismo ou algumas das alternativas acima.
Há uma multidão seguindo falsos ensinos, debaixo de dominadores espirituais, crendo em mentiras, abraçando uma falsa fé, que denominaram de evangelho, usando e abusando do Santo Nome e Verdade de Jesus Cristo, o Senhor.
O Apóstolo Paulo diria hoje, estando presente, mas continua dizendo porque a Palavra continua viva e, também digo, conforme a mesma Palavra, sejam anátemas (malditas) essas pregações e ensinos.
Quando tiver oportunidade, leia algo referente a Reforma protestante: João Huss, Martinho Lutero...
Destaque 2: Administração Financeira -» Tudo bem explicado.
Reenfocando o assunto dízimo, especificamente, aos que dizem que não é Lei, faço uma pergunta:
Se é pelo ensinamento do dízimo que está nas Escrituras que deve ser cumprida tal ordenança, por que ele não é cumprido na sua integralidade?
A administração do dízimo tem uma regra específica diante do povo, dos levitas e sacerdotes.
Mas, o comum é: Quanto ao dever do povo entregar o dízimo, não pode ser questionado, MAS, como administrar, os líderes não dão satisfação e muito menos diante do que a Bíblia manda fazer com esse dízimo. (se for para cumprir a Lei do dízimo)
Por que uma parte deve ser cumprida à risca e a outra pode ser "negociada" conforme a conveniência do entendimento de cada ministério?
Conforme a Palavra de Deus diz, a Igreja deve prestar conta diante do povo de Deus do que faz com os recursos financeiros. Usam uma frase muito conveniente de que os administradores deverão dar conta diante de Deus e se alguém estiver fazendo algo errado, deve deixar o assunto na mão de Deus. Que a congregação não deve querer saber e nem interferir com o que se faz com os recursos financeiros.
Quem concorda e procede conforme esse entendimento de que só prestará contas diante de Deus, teria algo a esconder?
Esse entendimento contraria a Bíblia, pois as obras dos filhos de Deus são feitas diante da luz, na luz, não escondidas nas trevas, em negócios que somente alguns podem conhecer.
Conforme aprendemos pela Palavra, tudo o que ocorre em um ministério deve ser transparente e de conhecimento do Corpo de Cristo.
Se algo errado for detectado deverá imediatamente ser reunido o povo para conhecimento e providências. Nada deve ficar encoberto fortalecendo coisas escusas e que sejam do desagrado de Deus, se houver.
Certos ensinos que já conheci, doutrinando sobre o dízimo, pregam verdadeiro terrorismo na consciência das congregações, gerando subliminarmente o medo e o terror do inferno se não entregar o dízimo e, pasmem, tudo com aparência de amor.
Convém, aqui, transcrever um trecho da exposição do assunto Batismo nas Águas, que traz acréscimos para mais amplitude da compreensão:
"... Se a pessoa não está apta para ser batizada, diante de tantos julgamentos antecipados, então, (para os que crêem no dízimo), muito menos apta está, para dizimar. Entretando, sabemos que a pessoa, a primeira coisa em que é insistentemente lembrada é que, aceitou Jesus, já pode começar a dizimar, mesmo sem entender o que está fazendo, senão o inimigo terá habilitação sobre ela e não poderá ser abençoada por Deus, porque estará roubando de Deus (começa a fazer por medo – o deus dízimo começa o seu trabalho)..."
Uns pregam que se não entregar o dízimo perde a salvação da alma.
Esse ensino, diante da Palavra de Deus, é anátema, maldito. Não creia nisso, não diga Amém para isso.
O crente, na simplicidade e sem entendimento, do pouco já está quase dando a roupa do corpo por causa da violência sedutora da pregação do líder que precisa de mais dinheiro para suprir seus projetos e visões de ambição e vaidade pessoal.
-» Em um determinado ensino de um ministério no Brasil, discipulam o novo convertido dizendo que, as pessoas que não dizimam perdem:
O socorro emergencial na hora da impossibilidade humana;
A proteção divina contra os sinistros físicos e espirituais;
A serenidade em meio as dificuldades pois não têm certeza do cuidado divino.
Ainda, que a pessoa perde a condição de ser exaltado pela mão de Deus em sua prosperidade e passa a viver a seguinte cadeia opressora: dívidas não pagas, necessidades – as coisas básicas não são supridas.
Ensinam também que para ter autoridade contra certos tipos de demônio somente sendo dizimista.
Confronte esse ensino para novos convertidos, com o trecho acima constante no Destaque 1:
"... Muitos admiravam-se de que Deus amasse o dinheiro a ponto de abandonar as almas no purgatório pelo não-pagamento de alguns florins e que o papa não livrasse de uma vez todas as almas, já que libertava parte delas a favor da construção de uma catedral..."
Após ler isso, só fiz as perguntas:
ONDE ESTÁ O PODER DA CRUZ? O PODER DA GRAÇA? CADÊ JESUS?
Está implícito e explícito no texto acima que Deus Pai e Jesus não servem para nada.
Guarde isso: Se o Altar é que santifica a oferta, o Altar tem autoridade sobre a oferta e não conforme ensinam e pregam, dando entendimento contrário à Palavra de Deus (Mateus 23:19).
Não há, na Palavra de Deus, nenhuma condição de “algo” ter mais poder e autoridade que Jesus Cristo, o Senhor.
Não há condicionantes que removam a plenitude da autoridade e graça do Senhor de toda a glória.
No passado eram as indulgências, hoje são os dízimos, ofertas e carnês...
Amor? Misericórdia? Compaixão? Graça?...Sem o dízimo, não tem conversa!
Ainda, a expressão dizimista fiel também ganhou uma proporção na consciência das pessoas.
Mas, faço aqui uma consideração diante da Bíblia:
Se você pode dar algo, é porque Deus deu para você. Ele é fiel primeiro.
Na frase dizimista fiel embutiram uma soberba disfarçada. Uma exaltação pessoal.
Uma justificação pessoal conforme a Lei do Velho Testamento
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