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Atenção seguidores de William Marrion Branham: Abram os olhos e não sejam Laodiceiano, mornos e acomodados. Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas.
Não tenham medo de saber a verdade. Ore a Deus e leiam com atenção os relatos abaixo transcritos. Não sejam manipulados, controlados, dominados por espíritos sedutores em homens carismáticos e cheios de dons. Mas sejam livres. O Senhor é Espírito, e onde está o Espírito do Senhor há liberdade.
Jesus disse: “vinde após Mim”, não disse ide após os líderes religiosos: profetas, pastores etc. até porque há somente um mediador...”Jesus Cristo homem”. (I Tim 2:5).
Eu nunca li na Bíblia alguém ser enfraquecido pelo Espírito Santo. Não creio que o Espírito Santo suga forças vitais de alguém. Alguma coisa estava errada com o William Branham. Quando ele terminava os cultos de cura se encontrava debilitado a ponto de desmaiar. Algo está errado, quando alguém após um culto de cura sentir enfraquecido e debilitado fisicamente. Deus habita em nosso espírito, nenhuma virtude que possa sair do espírito enfraquece o corpo.
De acordo com os hindus, o sucesso de um médium ou perito depende da presença de um fluido sutil (chamado de okasa) em seu corpo – fluido que é logo sugado, e sem o qual os demônios são incapazes de agir. Dizem que este fluído pode ser produzido artificialmente por meio de uma dieta vegetariana e da pureza.
Não é improvável que os demônios realmente extraiam algo vital daqueles que lhes entregam o corpo para ser usado. O professor Crookes, (cientista) em seu relato a respeito dos testes científicos aos quais submeteu o Sr. Home, conta que, após uma sessão espírita bem-sucedida, o médium pareceu estar muito cansado e, algumas vezes, deitou-se no chão em um estado de total prostração. Ele relata:
Estou utilizando as expressões força vital ou energia nervosa e tenho consciência de estar empregando as palavras que transmitem significados bastante diferentes para muitos investigadores. Porém, depois de testemunhar o estado doloroso de prostração física e nervosa no qual muitos dos experimentos deixaram o Sr. Home – após tê-lo visto deitar-se no chão quase desmaiado, pálido e mudo – eu não poderia duvidar de que a evolução da força física é acompanhada de um escoadouro correspondente na força vital.
Pesquisas sobre os Fenômenos Espiritualistas, p. 41.
...Depois, apareceu William Branham.
Tive uma ligeira associação com ele na fase final do seu ministério. Estive com ele no púlpito duas ou três vezes com a Adhonep. William Branham teve, em alguns aspectos, um dos mais notáveis ministérios que já conheci. Era um homem muito amável, humilde e amoroso. Seu ministério de palavra de conhecimento era absolutamente lendário. Jamais alguém o ouviu pronunciar uma palavra de conhecimento falsa.
Estive com ele num culto em Phoenix, Arizona. Ele estava na plataforma e apontou para uma mulher na audiência e disse: “Você não veio aqui por sua causa, mas por causa do seu neto”. Depois, revelou o nome e o endereço exato da mulher em Nova Iorque. Na ocasião, encontravam-se a aproximadamente 3000 quilômetros de distância da cidade de Nova Iorque.
Infelizmente, depois de exercitar seu dom duas ou três vezes, desmaiou e os assistentes levaram-no para fora. Explicou o sucedido recorrendo à declaração de Jesus de que “de mim saiu virtude”. Mas Jesus não desmaiou. Não acredito que isto fosse o Espírito Santo. Acho que era demoníaco.
Mais tarde, fiz amizade com Ern baxter que, durante um período considerável de tempo, ensinava a Bíblia nos cultos evangelísticos de Branham. Ern respeitava muito a Branham, mas seu coração ficou despedaçado com o que aconteceu. Um dia, reuniu um pequeno grupo e nos disse: “Quero contar-lhes uma coisa sobre Branham, mas gostaria que não a divulgassem”.
Como todas as pessoas envolvidas já faleceram, sinto-me livre para revelar o que Ern disse sobre Branham. Ele disse: “”Branham tinha dois espírito; um era o Espírito de Deus, o outro não”. Certa ocasião quando estavam juntos, Branham apontou para uma lâmpada no teto e disse. “O poder que tenho consegue fazer mexer aquela lâmpada”.
Penso que Branham permaneceu em Cristo até ao fim, mas foi dominado por pessoas que quiseram explorá-lo. Embora não se intitulasse “Elias”, permitia que seus seguidores o tratassem assim. Morreu num acidente de trânsito quando seu carro foi atingido por um motorista embriagado. Seus seguidores embalsamaram-lhe o corpo e conservaram-no até ao Domingo de Páscoa, convencidos de que ressuscitaria, mas isso não aconteceu.
Quando estava no Espírito, sob a unção, era quase invencível. Certa vez, num culto, um homem endemoninhado aproximou-se para atacá-lo. Branham ordenou-lhe que se ajoelhasse e permanecesse nessa posição até terminar a mensagem. O homem conservou-se ajoelhado na mesma posição durante todo o sermão de Branham. Mas tenho que admitir que seu fim foi... no melhor das avaliações, desapontador.
Do livreto: “PROTEÇÃO CONTRA O ENGANO, PG, 78”.
O alvo do diabo é destruir nosso relacionamento com Deus. E ele usará qualquer meio possível para atingi-lo. Jesus recusou-se ceder ás tentações de satanás. Ao tentar encorajar Jesus para que dependesse do que ele tinha a oferecer, Satanás recebeu uma forte repreensão: “Retira-se, Satanás!” (Mt 4:10). Devemos servir adorar e depender apenas de Deus.
Todos nós temos a tendência de recorrer a uma pessoa ou coisa que julgamos confiáveis. Se a nossa fé ou confiança está baseada em pessoas dignas de confiança, ou fórmulas que funcionam, corremos, então, o risco de aceitar como prioridade as reivindicações e as exigências que esses amigos e fórmulas colocam sobre a nossa vida. Confiar em qualquer pessoa antes de confiar em Jesus, ou depender de qualquer fórmula que não seja um princípio da Palavra de Deus, é idolatria. A idolatria foi algo contra o que o povo de Israel foi advertido. Israel não deveria dar a outros o louvor e a adoração devidos a Deus. O Senhor não permite que a adoração que Lhe é devida seja dada a ídolos; sejam coisas, pessoas ou fórmulas. Deus nos adverte: “Eu sou o Senhor; este é o meu nome! Não darei a outro a minha glória nem a imagens o meu louvor” (Is 42:8).
William Branham é profeta ou médium? Confesso que por um período de tempo cri que era profeta, mas como os escolhidos não podem ser enganados o tempo todo, Deus com sua infinita misericórdia me abriu os olhos. Hoje sei que ele era um médium. Nas reuniões ele ficava dependendo de um anjo que às vezes ele via na audiência. Deus não usa anjo para curar, Deus cura através do Espírito Santo que habita no espírito dos renascidos. Depender de anjos para curar é pura idolatria. Idolatras são todos os seguidores do Branham. Arrependam e volte para Cristo, antes que seja tarde demais.
Podem-se enganar poucos, muito tempo
Podem-se enganar muitos pouco tempo
Mas não se consegue enganar todos, o tempo todo
Um dia a casa cai.
José Ribeiro
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