QUE DENOMINAÇÃO É ESTA?

Odiar os Judeus?

ENGANADOS PELOS ANJOS

A Cabana e o Fermento da Nova Era

Enganados por um Falso Jesus

Kenneth Hagin & Cia Ilimitada

A Ilusão Carismática: Kenneth Hagin e o Espírito da Serpente

DEUS HABITA NO ESPÍRITO OU NA ALMA?

AVATAR O FILME

A SEMENTE DA SERPENTE

WILLIAN BRANHAM É PROFETA OU MÉDIUM?

CUIDADO COM AS SEITAS CRIADAS POR INFRUÊNCIA DE ANJOS

OS FALSOS PROFETAS

Seis Sinais Identificatórios de Falsos Profetas

A IGREJA E A RELIGIÃO

PORQUE NÃO SOMOS RELIGIOSOS

“DÍZIMO, a maldição da LEI na GRAÇA”.

A BIOGRAFIA DE JESUS

SOBRE O ISLÃ

FALSOS MESTRES

O Anátema (Amaldiçoado, excomungado).

DIZIMO: BENÇÃO OU MALDIÇÃO?

Calar por amor ou falar por causa da verdade?

A Doutrina dos Nicolaítas

Babilônia

Julgar os Profetas é preciso?

DÍZIMO É PECADO!

Lobos Disfarçados Quem São?

Profeta Elias? Para quem ele foi prometido?

Quem é o Espírito Santo?

Willian Branham e Vó Rosa São deuses?

UM ESTRANHO "JESUS"

DIZIMO PARTE 1

DIZIMO PARTE 2

DIZIMO PARTE 3

DIZIMO PARTE 4

DIZIMO PARTE 5

DIZIMO PARTE 6

DIZIMO PARTE 7

DIZIMO PARTE 8

DIZIMO PARTE 9

Moisés viu ou não viu a Deus?

O CARISMA MATA

NÃO DEIXE A CONGREGAÇÃO

OBSESSÃO: CAUSAS E LIVRAMENTO

NOME DO DEUS TRIÚNO NO BATISMO

O HOMEM QUE É DEUS

DENOMINAÇÃO RELIGIOSA

Profetas no Velho e no Novo Testamento há diferença?

A Fonte de Água Viva

A VIRTUDE DA SOLIDÃO

O “JESUS” QUE JESUS NÃO CONHECE!

Juntas e Ligamentos

DESTRUIÇÃO DO TEMPLO

OS BENEFÍCIOS DA INDEPENDÊNCIA

A NOVA REFORMA E O GRÃO DE TRIGO

PRINCÍPIOS BÁSICOS AO LER A BIBLIA

O maior é o que mais serve

Liderança não é para crianças

Adoradores do Diabo

CUIDADO É SEITA

Como Detectar se as Visões São de Deus ou de Satanás

Willian Branham é o Mensageiro do Apocalipse?

Willian Branham precursor da vinda de Cristo?

WILLIAN BRANHAM - UM PODEROSO CAÇADOR

Batismo: A Circuncisão Cristã

O perigo do materialismo na igreja

O Grande Apelo

A IGREJA SUBVERSIVA E CLANDESTINA CONTINUA CRESCENDO.

Pastor um Figura Totêmica

O QUE É A IGREJA

O Batismo Visa ao Perdão dos Pecados

Eis Que as Trevas Cobrirão a Terra |

O CRISTÃO NÃO CRE NA REENCARNAÇÃO

DE DEUS NÃO SE ZOMBA

A Unidade Mundial e a Manifestação do Anticristo

A MARCA DA BESTA

O Anticristo trará paz ou guerra?

Implante de Chip

Classe Mediadora

ESPIRITO MENTIROSO

A OBDIÊNCIA NO USO DO VÉU

O Bezerro de Ouro

Torturado nunca mais

As 10 semelhanças entre nazismo e as religiões cristãs

O Falso Profeta II

O Sistema de Deus X Doutrina dos Nicolaitas

O Que é humildade?

Caracteristica do Abuso Espiritual

Falsa Doutrina

As Mulheres deve usar o véu?

Todos Caminhos Levam a Deus?

Qual Jesus?

Você conhece Deus?

Os falsos profetas

Assim Cremos
    Qual Jesus?
 


Quisera eu me suportásseis um pouco mais na minha loucura. Suportai-me, pois. Porque zelo por vós com zelo de Deus; visto que vos tenho preparado para vos apresentar como virgem pura a um só esposo, que é Cristo. Mas receio que, assim como a serpente enganou a Eva com a sua astúcia, assim também sejam corrompidas as vossas mentes, e se apartem da simplicidade e pureza devidas a Cristo.
“Se, na verdade, vindo alguém, prega outro Jesus que não temos pregado, ou se aceitais espírito diferente que não tendes recebido, ou evangelho diferente que não tendes abraçado, a esses de boa mente o tolerais" (2 Coríntios 11.1-4).

"Então lhes perguntou: Mas vós, quem dizeis que eu sou? Respondendo, Pedro lhe disse: Tu és o Cristo" (Marcos 8.29).

Um irmão me disse: "Irmão, eu não estou interessado em qualquer conversa sobre doutrinas que nos dividam. A única coisa que me importa saber é se alguém ama a Jesus. Se ele me diz que ama a Jesus, não me interessa a qual igreja vai; eu o considero meu irmão em Cristo." Naquele momento, não me pareceu que fosse a hora e o lugar certo para argumentar com a pessoa que dizia isso. No entanto, eu me senti compelido a fazer uma pergunta para ela antes que a conversa se encerrasse: "Quando você fala com alguém que lhe diz amar a Jesus, você nunca lhe pergunta: ‘Qual Jesus? '“.

Após um breve momento de reflexão, tal pessoa me respondeu que nunca faria tal pergunta. "Não seria simpático".

Sempre que visito alguns amigos de um outro estado, há um homem que me esforço em encontrar. Ele é a alegria em pessoa, um dos homens mais amigáveis que conheço. Mesmo sendo um muçulmano consagrado, ele se declara ecumênico, e orgulha-se do fato de compartilhar algumas das crenças tanto dos judeus como dos cristãos. Ocasionalmente ele freqüenta uma igreja com um de meus amigos e de fato aprecia a experiência e a comunhão. Certa vez em um restaurante, ele estava expondo o seu amor por Jesus para mim e nossos amigos cristãos, e encerrou a sua declaração com as seguintes palavras: "Se eu pudesse rasgar a minha carne de tal maneira que todos vocês entrassem em meu coração, vocês saberiam o quanto eu amo a Jesus." Os sentimentos que envolveram suas palavras foram impressionantes; na verdade, é incomum ouvir este tipo de declaração tão devotada, até mesmo em círculos cristãos.

Estamos falando da mesma pessoa? Voltando agora para o meu dilema inicial. Eu estava admirando a expressão de amor de meu amigo quando um pensamento preocupante tomou conta de mim: Qual Jesus? Um breve conflito mental aconteceu. Pensei se eu devia ou não lhe fazer tal pergunta. Minhas palavras, no entanto, saíram antes que minha mente tomasse uma decisão. "Fale-me sobre o Jesus que você ama." Meu amigo muçulmano nem hesitou: "Ele é o mesmo Jesus que você ama." Antes de me tornar muito "doutrinário" com meu amigo, achei que deveria mostrar-lhe como era importante definirmos se estávamos realmente falando sobre o mesmo Jesus.

Eu usei o seu vizinho, que é um grande amigo nosso, como exemplo. Ele e eu realmente amamos esse cidadão. Depois de concordarmos sobre nossos sentimentos mútuos, eu comecei a dar uma descrição das características físicas de nosso amigo comum: "Ele tem um metro e setenta de altura, é totalmente careca, pesa mais ou menos uns 150 quilos e usa um brinco em sua orelha esquerda..." Na verdade, eu não pude ir muito longe, pois logo algumas objeções foram feitas. "Espere aí... ele tem quase dois metros, eu gostaria de ter todo o cabelo que ele tem, e ele é o homem mais magro que eu conheço!" Meu amigo acrescentou que certamente não estávamos falando sobre a mesma pessoa. "Mas isto realmente faz alguma diferença?", perguntei. Ele me olhou com incredulidade. "Mas é claro que faz! Eu não tenho um vizinho que se encaixa com a sua descrição. Talvez você esteja falando de uma outra pessoa, mas não de meu bom vizinho e amigo”.Então destaquei o fato de que se nós verdadeiramente aceitássemos a descrição que eu acabara de dar, certamente não estávamos falando da mesma pessoa. Ele concordou.

A seguir continuei descrevendo o Jesus que eu conhecia. "Ele foi crucificado e morreu na cruz pelos meus pecados. O Jesus que você conhece fez o mesmo?"
"Não, Alá o levou para o céu logo antes da crucificação. Judas é quem morreu na cruz."
"O Jesus que eu conheço é o próprio Deus, que se tornou homem. O seu Jesus é assim?"
Ele negou com a cabeça e disse: "Não, Alá é o único Deus. Jesus foi um grande profeta, mas somente um homem." A discussão prosseguiu a respeito das muitas características que a Bíblia atribui a Jesus. Em quase todos os casos, meu amigo muçulmano tinha uma perspectiva diferente. Mesmo mantendo-se convencido de que ele tinha o ponto de vista correto sobre Jesus, o fato de que nossas convicções contraditórias não podiam ser reconciliadas pareceu reduzir o seu zelo em proclamar o seu amor por Jesus.

DISCUSSÃO DOUTRINÁRIA É SECTARISMO?

Alguns enxergam este meu questionamento como algo não amoroso – como uma prova do sectarismo que a discussão doutrinária produz. Eu o vejo como uma tentativa de clarear o caminho para que meu amigo tenha um relacionamento genuíno com o único Salvador verdadeiro, o nosso Senhor Jesus Cristo – não com alguém que ele ou outros homens, intencionalmente ou não, têm imaginado ou inventado.

Doutrinas, simplesmente, são ensinamentos. Elas podem ser verdadeiras ou falsas. Uma doutrina verdadeira não pode ser divisiva de maneira prejudicial; esta característica se aplica somente a ensinos falsos. "Rogo-vos, irmãos, que noteis bem aqueles que provocam divisões e escândalos, em desacordo com a doutrina que aprendestes; afastai-vos deles" (Rm 16.17; veja também Rm 2.8-9). Jesus, que é a Verdade, só pode ser conhecido em verdade e somente por aqueles que buscam a verdade (Jo 14.6; 18.37; 2 Ts 2.13; Dt 4.29). O próprio Cristo causou divisão (Mt 10.35; Jo 7.35; 9.16; 10.19), divisão entre a verdade e o erro (Lc 12.51).

"Qual Jesus?" é uma pergunta importantíssima para todo crente em Cristo. Nós deveríamos primeiro nos questionar, testar nossas próprias crenças sobre Jesus (2 Co 13.5; 1 Ts 5.21). Incompreensões sobre o Senhor inevitavelmente se tornam obstáculos em nosso relacionamento com Ele. A avaliação também pode ser vital com respeito à nossa comunhão com aqueles que se dizem cristãos. Recentemente, durante uma rápida viagem aérea, um dos meus amigos, preocupado o suficiente, fez algumas perguntas cruciais à pessoa próxima a ele sobre o relacionamento dela com Jesus. Mesmo tendo confessado ser um cristão, participando há quatro anos de uma comunidade cristã, essa pessoa na verdade não conhecia a Jesus nem entendia o evangelho da Salvação. Meu amigo o levou ao Senhor antes que o avião aterrisasse.

A “UNIDADE CRISTÔ

Com muita freqüência, frases parecidas com "nós teremos comunhão com qualquer um que confessar o nome de Cristo", estão sensivelmente impregnadas de camuflagens ecumênicas. O medo de destruir a unidade domina os que levam a sério este tipo de propaganda antibíblica, até mesmo ao ponto de desencorajar qualquer menor interesse em lutar pela fé. Surpreendentemente, "a unidade cristã" agora inclui a colaboração para o bem moral da sociedade com qualquer seita "que confessa o nome de Jesus."

“JESUS”, O IRMÃO DE LÚCIFER
Os ensinamentos heréticos sobre Jesus incluem todo tipo inimaginável de idéias sem base bíblica. O "Jesus Cristo" dos mórmons, por exemplo, não poderia estar mais longe do Jesus da Bíblia. O Jesus inventado por Joseph Smith, que a seguir inspirou o nome de sua igreja, é o primeiro filho de Elohim, tal como todos os humanos, anjos e demônios são filhos espirituais de Elohim. Este Jesus mórmon se tornou carne através de relações físicas entre Elohim (Deus, o Pai, o qual tinha um corpo físico) e a virgem Maria. O Jesus mórmon é meio-irmão de Lúcifer. Ele veio à terra para se tornar um deus. Sua morte sacrificial dará imortalidade para qualquer criatura (incluindo animais) na ressurreição. No entanto, se uma certa criatura, individualmente, vai passar a sua eternidade no inferno ou em um dos três céus, isto fica por conta de seu comportamento (incluindo o comportamento dos animais).

“JESUS”. UMA IDÉIA ESPIRITUAL

O Jesus Cristo das seitas da ciência da mente (Ciência Cristã, Ciência Religiosa, Escola Unitária do Cristianismo, etc.) não é diferente de qualquer outro ser humano. "Cristo" é uma idéia espiritual de Deus e não uma pessoa. Jesus nem sofreu nem morreu pelos pecados da humanidade, porque o pecado não existe. Ao invés disto, ele ajudou a humanidade a desacreditar que o pecado e a morte são fatos. Esta é a "salvação" ensinada pela tal Ciência Cristã.

“JESUS”, O ARCANJO MIGUEL.

As Testemunhas de Jeová também amam a Jesus, mas não o Jesus da Bíblia. Antes de nascer nesta terra, Jesus era Miguel, o Arcanjo. Ele é um deus, mas não o Deus Jeová. Quando o Jesus deles se tornou um homem, parou então de ser um deus. Não houve ressurreição física do Jesus dos Testemunhas de Jeová; Jeová suscitou o seu corpo espiritual, escondeu os seus restos mortais, e agora, novamente, Jesus existe como um anjo chamado Miguel. A Bíblia promete que, ao morrer um crente em nosso Senhor e Salvador, a pessoa imediatamente estará com Jesus (2 Co 5.8; Fp 1.21-23). Com o Jesus deles, no entanto, somente 144.000 Testemunhas de Jeová terão este privilégio – mas não depois da morte, porque eles são aniquilados quando morrem. Ou seja, eles gastam um período indefinido em um estado inativo e inconsciente; de fato deixam de existir. Minha comunhão com Jesus bíblico, no entanto, é inquebrável e eterna.

. “JESUS”, AINDA PRESO NUMA CRUZ.

Os católicos romanos também amam a Jesus. Eu também o amei da mesma forma durante vinte e poucos anos de minha vida, mas ele era muito diferente do Jesus que eu conheço e amo agora. Algumas vezes ele era apenas um bebê ou, no máximo, um garoto protegido pela sua mãe. Quando queria a sua ajuda eu me assegurava rezando primeiro para sua mãe. O Jesus para quem eu oro hoje já deixou de ser um bebê por quase 2000 anos. O Jesus que eu amava como católico morava corporalmente em uma pequena caixa, parecida com um tabernáculo que ficava no altar de nossa igreja, na forma de pequenas hóstias brancas, enquanto que, simultaneamente, morava em milhões de hóstias ao redor do mundo. Meu Jesus, na verdade, é o Filho de Deus ressuscitado corporalmente; Ele não habita em objetos inanimados.

O Jesus dos católicos romanos que eu conhecia era o Cristo do crucifixo, com seu corpo continuamente dependurado na cruz, simbolizando, de forma apropriada, o sacrifício repetido perpetuamente na missa e a Sua obra de salvação incompleta. Aproximadamente há dois milênios, o Jesus da Bíblia pagou totalmente a dívida dos meus pecados. Ele não necessita mais dos sete sacramentos, da liturgia, do sacerdócio, do papado, da intercessão de Sua mãe, das indulgências, das orações pelos mortos, do purgatório, etc. para ajudar a salvar alguém. Os católicos romanos dizem que amam a Jesus, mesmo quando se chamam de católicos carismáticos, católicos "evangélicos", ou católicos renascidos, mas na verdade eles amam um Jesus que não é o Jesus bíblico. Ele é "um outro Jesus".

“JESUS”, O BILIONÁRIO.

Até mesmo alguns que se dizem evangélicos promovem um Jesus diferente. Os chamados pregadores do movimento da fé e da prosperidade promovem um Jesus que foi materialmente próspero. De acordo com o evangelista John Avanzini, cujas roupas chiques refletem o seu ensino, Jesus vestia roupas de marca (uma referência à sua capa sem costura) semelhantes às vestidas por reis e mercadores ricos. Usando uma argumentação distorcida, um pregador do sucesso chamado Robert Tilton declarava que ser pobre é pecado, e já que Jesus não tinha pecado, então, obviamente, ele devia ter sido extremamente rico. O pregador da confissão positiva Fred Price explica que dirige um Rolls Royce simplesmente porque está seguindo os passos de Jesus. Oral Roberts sustenta a idéia de que, pelo fato de terem tido um tesoureiro (Judas), Jesus e Seus discípulos deviam ter muito dinheiro.

O "Jesus" do movimento da fé e das igrejas psicologizadas

Além da pregação sobre um Cristo que era materialmente rico, muitos pregadores do movimento da fé, tais como Kenneth Hagin e Kenneth Copeland, proclamam um Jesus que desceu ao inferno e foi torturado por Satanás a fim de completar a expiação pelos pecados dos homens. Este não é o Jesus que eu conheço e amo.

O Jesus de Tony Campelo habita em todas as pessoas. O televangelista Robert Schuller apresenta um Jesus que morreu na cruz para nos assegurar uma auto-estima positiva. Para apoiar sua tese sobre Jesus, psicólogos cristãos e numerosos pregadores evangélicos dizem que Sua morte na cruz prova o nosso valor infinito para com Deus e que isto é a base para nosso valor pessoal. Não somente existe uma variedade enorme de "jesuses" que promovem o ego humano hoje em dia, como também estamos ouvindo em nossas "igrejas" psicologizadas que a verdade sobre Jesus pode não ser tão importante para o nosso bem psicológico do que nossa própria percepção sobre Ele. Esta é a base para o ensino atual do integracionista psicoespiritual Neil Anderson e outros que promovem técnicas não-bíblicas de cura interior. Eles dizem que nós devemos perdoar Jesus pelas situações passadas, nas quais nós sentimos que Ele nos desapontou ou nos feriu emocionalmente. Mas, qual Jesus?

Jesus do Tabernáculo da fé

Para os adeptos do Tabernáculo da fé, Jesus voltou ao mundo com outro nome, ou seja, o novo nome de Jesus é William Marrion Branham.
O Branham enalteceu-se a si próprio, e os seus adeptos o têm considerado até mesmo sendo a reencarnação de Jesus Cristo. Veja as frases abaixo pregadas por eles.
“Deus tem enviado o irmão Branham no século XX e tem feito a mesma coisa. Deus em carne, novamente passando por nossos caminhos, e muitos não o conheceram. Eles tampouco o haveriam conhecido se tivessem vivido no tempo em que Deus cruzou seus caminhos no corpo chamado Jesus, o Cristo”.
Eu pergunto: Se isto não for heresia, o que é heresia então? . Não existe base na Bíblia para tal doutrina.
O Senhor usa seu corpo, a igreja. Está escrito: “Havendo Deus, antigamente (no Antigo Testamento), falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos, nestes últimos dias, (Novo Testamento), pelo o Filho, (Heb. 1:1)”.
No Novo Testamento Deus realiza sua obra através do seu Corpo aqui na Terra a igreja. E nunca por meio de uma só pessoa, visto que o Senhor não opera por intermédio de um homem, mas pela Igreja.
Na Nova Aliança não há lugar para profeta do tipo do Velho Testamento, super-membro ou semi-deus. Profeta maior na Nova Aliança é falso, é mentira. E falso e mentiroso é todos que estão pregando tal doutrina.
Na Velha Aliança o profeta era geral, para a nação, na Nova Aliança os profetas é local para cada igreja. O vaso que Deus utiliza é a Igreja, não um indivíduo. A vida e o poder de Cristo encontram sua mais rica manifestação por meio do Corpo de Cristo. A Igreja.
Jesus está no seu corpo que é a igreja. Como pode Ele reencarnar em outro corpo? Meus irmãos vocês estão sendo enganados. Ouçam o brado de Jesus: sai dela povo meu...(antes que seja tarde demais).
Como pode o povo ser tão inocente para crer em tal mensagem? O pior é que tem uma multidão enganada e seguindo homens “brilhantes”, sedutores, carismáticos, eloqüentes, e com o dom de persuasão. Mas a Bíblia diz: maldito o homem que confia no homem. Jesus disse:” eu vim em nome de meu pai, e não me aceitais; se outro vier em seu próprio nome, a esse aceitareis” (João 5:44).
Nos últimos dias virão muitos cristos e enganarão a muitos. Farão muitos sinais até fogo descer do céu. São os messias do diabo, ungido de satanás.

São fanáticos, idolatra fez até hino para louvar o Branham. “A voz da proclamação” Será que vocês não desconfiam que tem alguma coisas errada? Suas mensagens são cheias de contradições e confusão. São as piores seitas já registradas nos últimos dias. Julga melhor do que as outras religiões, no entanto estão em pior situação. Eles dizem que as outras religiões estão na era de Laodicéia, no entanto eles são os piores laodiceiano. Eles torcem a Bíblia e com uma falsa revelação diz que não precisa de mais nada, e que tem tudo, porque tem o Branham.
Para os adeptos do Tabernáculo da fé, o Branham é tudo em todos: o Branham é a reencarnação de Jesus; é o profeta Elias, é Moisés, é o mensageiro da era de laodicéia, é o anjo de apocalipse 10:7. O Branham é o absoluto dizem o líder da seita.
Nas pregações desta seita só fala no Branham, o centro não é Jesus, mas o Branham.
Mas Jesus disse: pelos frutos os conhecereis, são escravos do pecado, como disse são Pedro:
“Tendo os olhos cheios de adultério e não cessando de pecar, engodando as almas inconstantes, tendo o coração exercitado na avareza, filhos de maldição. Prometendo-lhes liberdade, sendo eles mesmos servos da corrupção. Porque de quem alguém é vencido, do tal faz-se também servo”. (II Pedro 2:14 e 19)
“Estes são os que causam divisões, sensuais, que não têm o Espírito”. (Judas 19)
...São sepulcros caiados... Mat 23:27.
A nossa opinião sobre William Branham: Aceitamos a sua missão de mensageiro da era de Laodicéia, mas não a glorificação da sua pessoa.
Ele não é Jesus; porque Jesus já tem seu corpo no céu, e na terra o corpo de Jesus é a igreja. Ele não é profeta Elias, porque a lei e os profetas duraram até João. Não é Moises, porque profeta semelhante a Moisés é Jesus. Não é o Anjo de Ap. 10:7; porque na pregação do tal anjo introduzirá o milênio. Ap 11:15-19.
William Branham pregou coisas inspiradas, e coisas da sua própria cabeça e coisas copiadas de outros.
Tem gente que acha ridículo contestar doutrina dos outros. Eu também acho ridículo sofro por isso. Mas veja você, ver pessoas inocentes, criancinha indefesa, seguindo um lobo vestido de ovelha? O que você faria? Você não enfrentaria esse lobo para salvar a ovelha? Um amigo seu sendo enganado caminhando para o abismo ou mesmo uma pessoa estranha seu semelhante e você não daria um grito para adverti-lo?
Essa é a missão do Projeto Resgatar. Sabemos que não é fácil, é uma luta desigual, é comparada com a luta de Davi com Golias. Até porque a falsa doutrina é como uma marca, marca da besta. Uma vez marcado ninguém pode tirar, á não ser por um milagre de Deus.
O mais importante nessa luta desigual, é saber de que lado Deus está. Deus está do lado do pequeno Davi, e não do lado do gigante Golias. E Davi sabia disto. E eu também sei.
O deus deste mundo tem cegado tais pessoas para não ver a verdade. Um cego guiando outro cego cairá ambos no abismo, disse Jesus.


JESUS DA LEGIÃO DA BOA VONTADE – LBV
Com relação á pessoa da Jesus, a LBV nega tanto a humanidade como também a divindade absoluta de Jesus. Com relação á sua humanidade, afirma a LBV: “JESUS não poderia nem deveria, conforme as imutáveis Leis da Natureza, revestir o corpo material do homem do nosso planeta, corpo de lama, incompatível com natureza espiritual, mas um corpo fluídico...”(JESUS-A Saga de Alziro Zarur, II, parte 108)”
Considerando que Jesus não podia ter um corpo material (de carne e ossos), não poderia Maria tê-lo dado á luz e assim o que ocorreu com Maria foi apenas uma ilusão de parto. Diz então Alziro Zarur:
“Maria tinha de crer num parto real e lembrar-se dos fatos que lhe cumpria atestar, como se tivessem ocorrido”. (JESUS-A saga de Alziro Zarur II, p. 153).

Precisaríamos dizer mais sobre a LBV depois que o seu fundador se declarou amigo de Satanás e recomenda que o amemos de todo o coração?
A Bíblia recomenda amarmos a Deus de todo o coração, de toda a alma e de todo pensamento. (Mat 22:37)

JESUS DE ROMA
No concilio de Nicéia no ano 325, Roma dividiu Deus em três pessoa (trindade), e Jesus passou a ser a segunda pessoa da “Santíssima Trindade”. Esse não é o Jesus da Bíblia. O Jesus da Bíblia é o que Ele mesmo identifica ser: “Eu sou o alfa e o Ômega, o Principio e o Fim, diz o Senhor, que é, e que era, e que há de vir, o Todo Poderoso”. (Ap. 1:8; 21:6; 22:13).

Conclusão
A comunhão com Jesus é o coração do Cristianismo. Não é algo que meramente imaginamos, mas é uma realidade. Ele literalmente habita em todos que colocam nEle a sua fé como Senhor e Salvador (Cl 1.27; Jo 14.20; 15.4). O relacionamento que temos com Ele é ao mesmo tempo subjetivo e objetivo. Nossas experiências pessoais genuínas com Jesus estão sempre em harmonia com a Sua Palavra objetiva (Is 8.20). O Seu Espírito nos ministra a Sua Palavra, e este conhecimento é o fundamento para nossa comunhão com Ele (Jo 8.31; Fp 3.8). Nosso amor por Ele é demonstrado e aumenta através de nossa obediência aos Seus mandamentos; nossa confiança nEle é fortalecida através do conhecimento do que Ele revela sobre Si mesmo (Jo 14.15; Fp 1.9). Jesus disse: "Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz" (Jo 18.37). Na proporção em que nós crentes aceitarmos falsas doutrinas sobre Jesus e Seus ensinamentos, também minaremos nosso relacionamento vital com Ele.

Nada pode ser melhor nesta terra do que a alegria da comunhão com Jesus e com aqueles que O conhecem e são conhecidos por Ele. Por outro lado, nada pode ser mais trágico do que alguém oferecer suas afeições para outro Jesus, inventado por homens e demônios. Nosso Senhor profetizou que muitos cairiam na armadilha daquela grande sedução que viria logo antes de Seu retorno (Mt 24.23-26). Haverá muitos que, por causa de sinais e maravilhas, como são chamados, feitos em Seu nome, se convencerão de que conhecem a Jesus e O estão servindo. Para estes, um dia, Ele falará estas solenes palavras: "...Nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade" (Mt 7.23). Mesmo que sejamos considerados divisivos por perguntarmos "Qual Jesus?", entendam que este pode ser o ministério mais amoroso que podemos ter hoje em dia. Porque a resposta desta pergunta traz conseqüências eternas. (TBC 2/95 – traduzido por Ebenezer Bittencourt e J.R.S)